Um Bem te vi ao acaso repete o som que
lembra as matas..
E na lembrança o velho sansão do
campo...
Um tempo que passou tão rápido como se
não tivesse importância,
Que acabou tão de repente como se
tivesse prazo de validade,
Sem questionar nada dos sentidos
Sem chance de renovar , de consertar,
de reverter
Espero..
Espero a luz um dia se
acender
E trazer o espetáculo de onde
parou, em novos horizontes.
E num abraço e tanto iluminar a escuridão do fim.
E num abraço e tanto iluminar a escuridão do fim.
Depois me faço sorrir,
Ao lembrar que o palco já não existe
mais...
E que eu estou nele só e sem realidade
E que eu estou nele só e sem realidade
Um bem tão querido não podia se perder
assim,
O encontro mútuo nos desencontros da vida.
Mas é preciso esquecer o que não tem estrada.
O que existiu maior e era pequeno...
O encontro mútuo nos desencontros da vida.
Mas é preciso esquecer o que não tem estrada.
O que existiu maior e era pequeno...
Eu ainda não esqueci de tantas
coisas...
E é por isso que um sentimento tosco de saudade,
vem apertar o peito,
E é por isso que um sentimento tosco de saudade,
vem apertar o peito,
Trazer um ar perdido no
tempo,
Um ar de sonho, de terra
fresca,
Um sentimento impar de
felicidade.
Que talvez não exista mais em canto
algum,
Só aqui...
Só aqui...
E que talvez nunca existiu, só em sonhos...
Novos sonhos virão,
Novos encantos,
Mas o som do vento no velho sansão do
campo
Vai soar como uma melodia de
amor tão doce,
Como um beijo suave em seu
rosto de querência.
Em uma tarde de verão ou inverno,
Pra dizer o quanto ficamos perdidos,
Na minha...
E na sua estrada...
Pra dizer o quanto ficamos perdidos,
Na minha...
E na sua estrada...
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