A
TEMPESTADE
Ela vem numa noite qualquer de verão.
Os
raios iluminam o céu.
Arrancam
árvores em sua fúria,
Passam
horas a escurecer seus sonhos...
As
nuvens desenham monstros no céu escuro,
E sua pequena embarcação ,á mercê do
vento,
quase
afunda na imensidão do
mar.
Sentes
frio, um frio intenso...
Sem
rumo e sem horizonte....
E a tempestade densa, cálida e fria
Depois
de dias,
Em
tempo se vai..
E vem a bonança...
Trazendo
com ela a sensação de paz,
calmaria...
Ficou
no entanto a sensação de ter perdido em meio as ondas,
Uma pequena parte dos seus
sonhos..
Como se retornasse em terras
estranhas,...
E
quando o tempo passa,lembras a força das ondas
Mas sentes
a luz penetrar sua alma
Mais
forte do que antes
Depois
da tempestade
és
a mais em sua história,
Na
distância do que fostes...
Nessa
noite cristalina...
A
saber o que sabes agora,
o
que sentes agora...
Hoje,
Nessa
noite de luar...
Podes
enxergar além da escuridão...Estás mais forte,
Pode escrever sua história,
E falar de seus naufrágios
